Acusados pelo crime de homicídio de Cleidson Lopes Picoli foram condenados pelo Tribunal do Júri




Polícia-Civil-prende-novos-suspeitos-do-caso-Cleidson-Lopes-Bruno-já-está-na-cadeia-2 (1)Os réus, Adeilson Matos Soares, Leandro Pereira Salgado e Bruno de Almeida Silva acusados pelo crime de homicídio de Cleidson Lopes Picoli e lesão corporal do filho da vítima, Stefano Picole ocorrido no final da tarde do dia 26 de outubro de 2016 em frente a sua residência na rua Piauí, foram condenados pelo Tribunal do Júri transcorrido na sexta-feira 1º de Dezembro no plenário do Tribunal do Júri de Espigão do Oeste. A Sessão do Júri foi presidida pelo Juiz de Direito, Wanderley José Cardoso e acompanhado pelo Promotor de Justiça, Tiago Lopes Nunes, o defensor Público, Célio Renato da Silveira e os advogados Silvio Pinto Caldeira Junior e Graziene Maksuelen Musquim. A sessão que teve início às 8horas e 17 minutos se prolongou durante todo o dia encerrando com a leitura da sentença pelo Juiz presidente do Tribunal do júri, Wanderley José Cardoso às 20:30hrs.

Depois de apresentada decisão do Corpo de Jurados o Magistrado foi detalhando a pena de cada um dos acusados no crime de homicídio e lesão corporal do filho da vítima Stefano Picole de acordo com o entendimento judicial e de conformidade com a lei. Por fim, o réu Leandro Pereira Salgado foi condenado a 20 anos e 09 meses de reclusão a ser cumprida no regime inicial fechado. O réu, Adeilson Matos Soares foi condenado a 16 anos e 06 meses de reclusão a ser cumprida inicialmente em regime fechado e, por fim Bruno de Almeida Silva por ser considerado réu primário sem antecedentes criminais foi condenado em 14 anos de reclusão em regime inicial fechado.

Coalhada-1-300x300É importante ressaltar que os réus, Adeilson Matos Soares, Leandro Pereira Salgado tiveram na defesa a assistência da defensoria pública, enquanto que Bruno de Almeida Silva teve na sua defesa os advogados Silvio Pinto Caldeira Junior e Graziene Maksuelen Musquim.

Desfecho do caso a época do crime

Com base nos depoimentos e nas informações colhidas, a Polícia Civil acredita ter identificado o possível mandante do crime de homicídio, como sendo Bruno de Almeida, o interlocutor e articulador, Alexandre Matos, o autor dos disparos, sendo o “Muralha”, seu comparsa e a pessoa que conseguiu a arma para a execução do crime, “Coalhada” e, o dono da arma de fogo, Claudemir Santos. Dos suspeitos citados, apenas “Muralha” está foragido, mas a polícia esta trabalhando para finalizar o caso.

O Delegado Chefe da Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), Rafael Costa, revela que a Polícia Civil tem realizado um trabalho minucioso para esclarecer os crimes de homicídios ocorridos nos últimos meses na região. “Foram dias de muito trabalho de toda a equipe da Polícia Civil que não mede esforços para garantir a segurança pública na cidade e esclarecer os crimes que aqui ocorrem. O trabalho deste caso ainda não acabou, mas já estamos dando uma resposta à sociedade em um pequeno espaço de tempo”, finaliza o Delegado.

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