Pais e alunos da escola Vinicius realizam movimento para continuar na Escola




100_1139-copyFundada no ano de 198, a Escola Vinicius de Morais, que recebeu ampla reforma do estabelecimento de ensino e ampliação de 04 salas de aula no ano de 2011, e reforma geral da quadra poliesportiva neste ano de 2016, e vem recebendo agora a construção de novos banheiros para melhor atender a clientela de alunos, servidores, pais e alunos foram surpreendidos com uma reunião ocorrida na quarta-feira 23, em que o Coordenador Regional de ensino, Valdir de Souza Matos e sua equipe solicitava aos pais que a partir da conclusão do 3º bimestre os filhos (alunos) teriam que ser matriculados em outras escolas da cidade, já que o estabelecimento seria fechado por questão de economia aos cofres públicos em cumprimento de ordem do Governador do Estado de Rondônia por meio da Secretaria de Estado da Educação. Porém de acordo com os pais e integrantes do Grêmio Estudantil, não é bem o fechamento da escola, e sim a cedência do estabelecimento para funcionamento do CEEJA.

100_1137-copyPais juntamente com o Grêmio Estudantil e alunos de imediato começaram a mostrar resistência da decisão e estão realizando um abaixo assinado com um movimento contraditório em que vão resistir e exigem das autoridades uma tomada de decisão, pois de acordo com os pais, seus filhos não podem sair do bairro para atravessar toda a cidade para estudar em outras escolas.

Na noite desta quinta-feira o Grêmio Estudantil juntamente com os pais realizaram uma reunião e na manhã desta sexta-feira estarão novamente ocupando a escola exigindo ali a presença de autoridades para a manutenção da Escola. “Se é por motivo de economia, porque estão nos tirando daqui para que o CEEJA ocupe nossa estrutura”, alegavam os pais de alunos.

A Escola Vinicius de Morais até 2013 atendia alunos de 1º ao 9ºano do Ensino Fundamental, já a partir do ordenamento feito em 2013, começou a atender alunos do 5º ao 9º ano com uma demanda atual de 268 alunos.

Para os pais, não se justifica tirar os filhos da escola para cedência ao CEEJA. E porque não, ceder parte da estrutura ao CEEJA e seus filhos continuarem estudando ali.

100_1141-copyO impasse foi formado e agora as autoridades, representes de Espigão do Oeste, na Câmara Municipal Assembleia Legislativa e  Coordenadoria de Educação terão que conversar mais de perto com os pais e alunos daquela escola para que o governo adote um posicionamento que não seja tirar a comunidade estudantil dali para outras escolas.