Pastoral catequética oferece Retiro Espiritual aos catequistas




IMG-20180211-WA0004A Coordenação da  Pastoral Catequética da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Espigão do Oeste, reuniu neste domingo 11/02, no Centro de Formação São Francisco de Assis cerca de 90 formadores da fé “catequistas”, da cidade e do interior, além de alguns Ministros da Palavra e da Liturgia para o Retiro Espiritual  na missão a eles atribuída pela Igreja. O retiro teve como tema: Espiritualidade do catequista na dinâmica do Encontro de Jesus com a Samaritana e foi assessorado pela Irmã Regina Cohene da Diocese de Ji-Paraná, ela que completa nesta segunda-feira 12, 31 anos de vida consagrada tendo iniciado em Ji-Paraná e percorrido por vários estados como Santa Catarina, Paraná, Pernambuco e até mesmo na Venezuela dentre tantos outros locais e agora de volta a Ji-Paraná.

IMG-20180211-WA0011Para a irmã Regina, o Retiro é de suma importância além de ser um elemento determinante para que a formação de seus catequizandos seja de uma sólida espiritualidade que, além de alimentar o caminho para a santidade pessoal do catequista, lhe proporciona um válido e imprescindível instrumento de eficácia em sua ação catequética. “É uma experiência de levar o catequista a se abastecer da vida espiritual do IMG-20180211-WA0001mestre Jesus”, acrescentou a Irmã Regina, salientando que a ação catequética, em sua missão de iniciar à vida cristã, tem sido uma preocupação constante da CNBB, sobretudo nestes últimos anos e a partir do documento Catequese Renovada e por essa razão a Igreja ainda encontra algumas dificuldades de fazer com que o Catequista busque uma nova maneira de evangelizar seus catequizandos que não seja através de seus ‘hábitos e costumes antigos de “dar aula de catequese ou de religião’, “mas sobretudo de implementar uma nova dinâmica no sentido de evangelizar seguindo os instrumentos da Palavra de Deus”, acrescentou Irmã Regina, lembrando que o documento da CNBB sobre a Iniciação à Vida Cristã (IVC) segue um itinerário para formar discípulos missionários. “É por isso que a missão do catequista só pode ser entendida no seio duma comunidade preocupada com a formação e educação da fé dos próprios membros. Isso explica a preocupação da Igreja com a formação do catequista, em cujas mãos ela coloca o seu futuro. “Nessa missão, o catequista sobre tudo precisa ser uma pessoa apaixonada por Jesus e assim, ter, a certeza que a sua missão está na alegre constatação de que esses discípulos também serão discípulos e missionários apaixonados por Jesus. E, é nisso que a Igreja encontra sua razão de ser: “Vão e façam discípulos de todas as nações”.

O encontro teve início às 8:00 horas e se prolongou até as 17 horas.